No contexto da crescente demanda por operações logísticas internas de baixo carbono e baixo ruído no setor manufatureiro, as unidades de contrapeso elétrico tornaram-se uma opção preferida para a maioria das fábricas para substituir o equipamento de manuseio tradicional movido a combustível. No entanto, muitas equipes de aquisição de manufatura tendem a comparar apenas preços listados ou parâmetros nominais durante o processo de aquisição, o que pode fazer com que o equipamento comprado não corresponda aos cenários operacionais reais de longo prazo, causando custos operacionais adicionais desnecessários.
Antes de lançar a aquisição formal, sugere-se que a fábrica providencie pessoal do departamento de logística, equipe de operação da linha de frente e equipe de manutenção para concluir a triagem de demanda total primeiro. Eles precisam contar a carga média diária de manuseio, peso máximo da mercadoria a ser movida, largura de passagem regular na oficina e armazém, altura máxima de elevação necessária para acesso à prateleira e horas médias de operação diária contínua. Não é aconselhável selecionar equipamentos com carga nominal muito além da demanda real, o que causará desperdício de fundos de aquisição, nem devem escolher modelos cujos parâmetros classificados estão exatamente no valor crítico da demanda máxima diária, pois a operação de alta frequência a longo prazo acelerará a perda de equipamentos.
Na sessão de verificação do desempenho subsequente, a equipa de aquisição deve organizar ensaios reais no local, em vez de se referir apenas a brochuras de produtos. É necessário verificar o desempenho de resistência em condições de trabalho em plena carga, o grau de carregamento correspondente com as instalações de distribuição de energia existentes da instalação, o design ergonómico da consola de operação que pode reduzir a fadiga de operação prolongada dos condutores e a integridade das configurações básicas de segurança, como alarme de sobrecarga e função de limitação de velocidade. O feedback dos operadores da linha de frente sobre a fluência de operação deve ser totalmente recolhido como um dos principais indicadores de referência para seleção.
Então, toda a avaliação do custo do ciclo de vida também é uma parte essencial do sourcing. A equipe não deve se concentrar apenas no custo inicial de compra, mas também calcular o custo diário de consumo de energia subsequente, custo de manutenção regular dos componentes principais, custo de substituição de peças desgastantes, como pneus e freios, e o layout da rede de serviço do fornecedor. Recomenda-se confirmar se o fornecedor possui pontos de serviço residentes locais, que podem providenciar técnicos profissionais para solucionar problemas no local em pouco tempo após a falha do equipamento, de modo a evitar a estagnação dos elos de manuseio de materiais que afetam a operação normal da linha de produção.
Por fim, sugere-se verificar se o equipamento atende aos padrões locais de operação de segurança industrial, e confirmar que o equipamento reserva a interface universal para diferentes acessórios, para suportar a posterior expansão das cenas de manuseio sem modificação em larga escala do corpo principal do equipamento, o que pode atender melhor a demanda de desenvolvimento da fábrica nos próximos 2 a 3 anos.
